ITA Psicologia e Saúde

Quando falamos em envelhecimento, é comum que a atenção fique concentrada na saúde física. Mas existe outra dimensão que merece espaço nessa conversa: a saúde cognitiva.

Memória, atenção, linguagem, raciocínio e capacidade de planejamento fazem parte de atividades que realizamos todos os dias. Desde organizar compromissos e administrar a rotina até tomar decisões, manter relações sociais e realizar tarefas profissionais.

Por isso, cuidar da saúde cognitiva não significa apenas tentar evitar esquecimentos. Significa preservar, pelo maior tempo possível, recursos importantes para a autonomia, a independência e a qualidade de vida.

Uma pesquisa realizada pela Sanofi em 2024 apontou que 40% dos brasileiros com mais de 50 anos entrevistados relatavam falhas de memória pelo menos uma vez por semana. Dados como esses reforçam a importância de olhar para as mudanças cognitivas com atenção, sem transformar todo esquecimento em sinal de doença.

Afinal, esquecer ocasionalmente onde deixou uma chave é diferente de apresentar alterações frequentes que começam a interferir na rotina.

É nesse contexto que a reabilitação neuropsicológica pode fazer parte do cuidado.

Trata-se de uma abordagem que busca estimular, preservar ou recuperar determinadas funções cognitivas, de acordo com as necessidades de cada pessoa. Memória, atenção, linguagem, raciocínio e funções executivas podem ser trabalhados por meio de estratégias específicas, sempre considerando a realidade e os objetivos de quem está sendo acompanhado.

A reabilitação pode ser indicada em diferentes situações, como após um AVC ou diante de condições neurológicas que provoquem alterações cognitivas. Também pode fazer parte do acompanhamento de pessoas que apresentam declínio cognitivo ou outras dificuldades que interferem na autonomia e na rotina.

E esse trabalho não acontece olhando apenas para os aspectos cognitivos.

As mudanças na memória e em outras funções podem gerar insegurança, frustração, ansiedade e até afetar a autoestima. Por isso, considerar os aspectos emocionais, sociais e funcionais também é fundamental para que o cuidado seja realmente completo.

Na ITA Clínica Multidisciplinar, esse processo começa com uma avaliação cuidadosa das necessidades de cada pessoa. A partir disso, a equipe pode construir um plano terapêutico individualizado, respeitando sua história, sua rotina, seus objetivos e o momento que está vivendo.

O objetivo não é simplesmente “treinar a memória”.

É ajudar a pessoa a encontrar recursos para lidar melhor com suas dificuldades, preservar sua independência e continuar participando de forma ativa da própria vida.

Envelhecer não significa deixar de aprender, de se adaptar ou de construir novos caminhos. Com acompanhamento adequado, é possível cuidar das funções cognitivas e emocionais e favorecer uma vida com mais autonomia e bem-estar.

Se sua empresa, clínica ou instituição trabalha com o público 50+ e busca oferecer um cuidado especializado em saúde cognitiva, a ITA Clínica Multidisciplinar também pode apoiar esse processo.

Entre em contato com nossa equipe e conheça nossas possibilidades de atendimento.

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